Acidentes por escorpiões em Patos de Minas representam 67,48% do total de ocorrências com animais peçonhentos notificadas à Vigilância Epidemiológica Municipal este ano. São 440 casos até o momento, com predominância em março, maio, julho e agosto. Por enquanto, setembro tem 47 notificações.
Embora o número esteja dentro dos parâmetros da série histórica no município, a picada de um escorpião é sempre motivo de preocupação e alerta. Isso porque o veneno liberado pelo animal age diretamente no sistema nervoso e pode causar reações graves em todo o corpo. Crianças e idosos apresentam risco maior de complicações e até de morte, pois o organismo deles é mais sensível à ação da peçonha.
Para minimizar o risco desses acidentes, medidas de prevenção devem ser adotadas pelas pessoas, sobretudo em suas residências. Manter quintais limpos, sem acúmulo de entulhos e folhas secas, e combater as baratas, principal alimento dos escorpiões, estão entre os principais cuidados.
Outras dicas e informações importantes sobre o tema estão em cartilha preparada pela Secretaria Municipal de Saúde e divulgada esta semana. O material explica, por exemplo, hábitos dos escorpiões, as espécies mais comuns em Minas Gerais e o que fazer e não fazer após a picada.
Acesse aqui a cartilha completa sobre acidentes por escorpiões
Soro - A aplicação do soro antiescorpiônico é essencial em todos os casos avaliados como moderados e graves, ou seja, aqueles nos quais o paciente tem outros sintomas além da dor no local da picada, como vômitos e dor abdominal. Em Patos de Minas, o fluxo de atendimento nesses casos depende da idade da vítima:









