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JAN
14
14 JAN 2014
Prefeitura Municipal busca solução amigável para construção paralisada na rua Major Gote.
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Situação do imóvel, que teve obra iniciada há mais de duas décadas e está paralisada, pode resultar em desapropriação, caso o grupo de proprietários não resolva o problema amigavelmente.A Prefeitura Municipal de Patos de Minas busca uma solução amigável para resolver a situação de um imóvel particular que começou a ser construído na rua Major
Situação do imóvel, que teve obra iniciada há mais de duas décadas e está paralisada, pode resultar em desapropriação, caso o grupo de proprietários não resolva o problema amigavelmente.A Prefeitura Municipal de Patos de Minas busca uma solução amigável para resolver a situação de um imóvel particular que começou a ser construído na rua Major Gote, há 25 anos, e hoje encontra-se abandonado. A obra está paralisada, e o local transformou-se num grande problema para os moradores daquela região central, tornando-se um problema de poluição visual em Patos de Minas. O prefeito Pedro Lucas Rodrigues realizou, na manhã desta terça-feira (14), a segunda reunião com os proprietários do imóvel; a primeira ocorreu dois meses atrás, para tentar resolver o problema dentro da esfera administrativa. Ele saiu do encontro otimista. “Tudo indica que caminhamos para um entendimento entre as partes; a solução amigável é a melhor saída para o grupo de investidores, já que uma desapropriação não é a melhor saída; pelo contrário, só dificultaria a situação. Não queremos esse imóvel e só o faremos em último caso.” A reunião foi bastante produtiva; houve um avanço e tudo indica que o assunto caminha para um acordo, que deve ser anunciado e sacramentado já no próximo encontro, marcado para o dia 7 de fevereiro, às 8h, no gabinete do chefe do Executivo. As partes concordaram em extinguir o condomínio e colocar o imóvel à venda. São 19 cotistas, totalizando os 100% (cem por cento) do imóvel. Além de procurar imobiliárias de Patos de Minas para fazer a avaliação do imóvel, os proprietários também arcarão com os custos de um laudo técnico para saber as condições estruturais do prédio. Cinquenta por cento das despesas serão custeadas pelo sócio-majoritário e metade pelos sócios-minoritários. Mesmo inacabado e fechado, o prédio gera despesas com manutenção. O Sr. Gaspar Vieira informou que precisou construir um muro para impedir a entrada de estranhos no imóvel. Da ata da reunião, constarão os termos do acordo, a possível extinção do condomínio e/ ou a venda do imóvel.